O antigo Presidente da República, Filipe Nyusi, declarou que Moçambique perdeu um grande conselheiro da Pátria, um patriota e homem de missão, com a morte do Tenente‑General na reserva e antigo ministro da Defesa Nacional, Tobias Joaquim Dai. Nyusi destacou o apoio e os conselhos que recebeu do antigo governante, primeiro quando assumiu o Ministério da Defesa e, posteriormente, quando se tornou Presidente.

Em palavras de Nyusi, Tobias Dai foi um dos pilares que sustentaram a estabilidade do país durante períodos de tensão e conflito. O presidente referiu que a sua experiência militar e a sua visão estratégica foram cruciais para a consolidação das políticas de segurança e para o fortalecimento das Forças Armadas moçambicanas.

O ex‑ministro da Defesa, que serviu como Tenente‑General na reserva, foi reconhecido por sua dedicação ao serviço público e pela sua capacidade de liderar em tempos de crise. Nyusi lembrou que, durante a sua gestão, Dai contribuiu para a modernização do equipamento militar e para a implementação de programas de formação de soldados, o que teve um impacto direto na capacidade de resposta das Forças Armadas.

Além das suas funções militares, Tobias Dai também desempenhou um papel importante na diplomacia interna, ajudando a mediar conflitos regionais e a promover o diálogo entre diferentes grupos étnicos e políticos. O presidente enfatizou que a sua abordagem conciliadora e o seu compromisso com a paz foram fundamentais para a construção de um ambiente de confiança e cooperação.

A morte de Tobias Dai deixa um vazio que será difícil de preencher. Nyusi concluiu que o legado do ex‑ministro será lembrado como um exemplo de serviço desinteressado e de dedicação à Pátria. O presidente pediu que a comunidade internacional continue a apoiar Moçambique na sua jornada de desenvolvimento e estabilidade, honrando a memória daqueles que contribuíram para a construção de um futuro melhor.

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