A mulher que alega ter sido drogada e violada por sete estudantes masculinos numa casa de fraternidade de Cornell tem sido alvo de ameaças, informou a sua advogada à CNN no domingo. A advogada, que pediu para não ser identificada, disse que a vítima recebeu mensagens de ódio e ameaças de morte nas redes sociais e que a sua segurança está agora em risco.
O caso, que já foi alvo de protestos em todo o campus, levou o presidente da universidade a anunciar que vai apoiar uma revisão externa do processo de investigação da violação. O presidente, que já havia expressado apoio à vítima, disse que a universidade vai “colaborar com qualquer investigação que possa ajudar a garantir que a justiça seja feita”.
A universidade de Cornell, que faz parte da Ivy League, tem sido criticada por não ter tomado medidas adequadas para proteger a vítima e por ter demorado a responder ao caso. A universidade já recebeu críticas de grupos de direitos humanos e de estudantes que pedem que a universidade faça mais para garantir a segurança das vítimas de violência sexual.
A advogada da vítima disse que a sua cliente está a receber ameaças de morte e que a sua segurança está em risco. Ela também disse que a vítima está a receber apoio de amigos e familiares, mas que a sua segurança continua a ser uma preocupação.
O caso tem sido alvo de protestos em todo o campus e tem sido alvo de críticas de grupos de direitos humanos e de estudantes que pedem que a universidade faça mais para garantir a segurança das vítimas de violência sexual. A universidade já recebeu críticas de grupos de direitos humanos e de estudantes que pedem que a universidade faça mais para garantir a segurança das vítimas de violência sexual.
