O exército ruso lançou uma bomba glacial sobre a cidade de Zaporizhzhia, resultando em mais de 15 vítimas, incluindo crianças. O presidente Volodymyr Zelensky acusou a Rússia de usar o ataque como forma de agradecimento a um acordo de diesel com os EUA.
O ataque, que ocorreu no início da manhã de segunda‑feira, atingiu um complexo de armazenamento de combustíveis na zona industrial da cidade. As explosões geraram uma onda de choque que destruiu vários edifícios residenciais e deixou dezenas de feridos, muitos dos quais crianças que se encontravam nas proximidades.
Zelensky, em uma coletiva de imprensa, descreveu o incidente como “um ato de agressão brutal” e acusou a Rússia de “expressar seu ‘agradecimento’ por um acordo de diesel com os EUA”. Ele pediu a comunidade internacional que intensifique a pressão sobre Moscou para cessar os ataques.
Especialistas em armamentos afirmam que a bomba glacial, projetada para penetrar blindagens pesadas, pode causar danos extensivos a infraestruturas críticas. A comunidade internacional já condenou o uso de tais armamentos em zonas civis, destacando a necessidade de proteger a população civil.
A ONU convocou uma reunião de emergência para discutir a situação, enquanto a União Europeia reforça as sanções contra a Rússia. O governo de Moçambique, juntamente com outros países africanos, pediu uma investigação independente sobre o incidente e a responsabilização dos responsáveis.
